| João Havelange (à esquerda) e Joseph Blatter (à direita) na Copa do Mundo França 1998 |
De denúncias de esquema de corrupção à reeleição pelo quart0 mandato seguido como presidente da FIFA. Assim foram as últimas conturbadas semanas de Joseph Blatter. Baltter desde que virou o CEO da FIFA em 1998, sendo o sucessor de João Havelange, atualmente presidente de honra da instituição, que também estaria envolvido no esquema, passou a ter um papel muito importante: "administrar" o futebol mundial, tomando ações através do nome da FIFA, uma instituição muito respeitada.
Havelange passou o bastão para Blatter, que até então era seu secretário, e o disse: "você não será o grande presidente que fui, porque não terá o grande secretário que tive." O suíço durante todos esses anos teve uma atuação impecável como presidente, teve um pequeno problema com a escolha da Alemanha para a Copa 2006 e não a África do Sul, que mais tarde, em 2010, receberia o torneio.
Mas o que realmente abalou as extremidades em Zurique foram as denúncias de esquema de corrupção. Blatter tinha o respeito e admiração de muitos, e acabou perdendo tudo isso. Verdadeira ou não a acusação, isso arranhou a imagem da FIFA e de Blatter, que reeleito, terá um mandato de desconfianças e "marcação cerrada" dos que o consideram como persona non grata.
Blatter tinha o respeito e admiração de muitos, e acabou perdendo boa parte disso. Agora o resta uma missão mais difícil do que a quando assumiu o posto de chefão: limpar a imagem da FIFA.
Com transparência e uma justa eleição dos países-sedes da Copa por todas as federações associadas, é um bom recomeço...









