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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Lugano: 29 anos de raça e glórias

Neste dia 2 de novembro de 2009, o zagueiro ex-São Paulo Diego Lugano completa 29 anos. Lugano começou no Nacional de Montevidéu com 18 anos em 1999, onde fez 13 jogos e foi bicampeão uruguaio em 2000 e 2001.

Em 2001 se transferiu para o Plaza do Uruguai onde fez 46 partidas marcando 4 gols. Chegou no São Paulo Futebol Clube em 2003, sendo rotulado como o “homem do presidente”, já que o presidente da época Marcelo Portugal Gouvea foi quem indicou a contratação.

Lugano começou sua trajetória no São Paulo sem mesmo ser relacionado para as partidas pelo então técnico Oswaldo de Oliveira, após sua saída o zagueiro começou a ganhar mais oportunidades e se destacar pela raça e empenho que apresentava em campo.

Diego Lugano teve seu ano de ouro em 2005 com a conquista do Campeonato Paulista, Copa Libertadores e Mundial Interclubes.

Lugano em 2006 participou do vice campeonato da Libertadores e fez parte do grupo que foi Campeão Brasileiro no mesmo ano. Lugano fez 96 partidas pelo tricolor e marcou 8 gols, o suficiente para ser considerado um dos grandes ídolos do século XXI da torcida são-paulina.

Na metade de 2006 Lugano se transfere para o Fenerbahce da Turquia onde disputou 76 jogos e marcou 11 gols, conquistando o Campeonato Turco de 2007 e também a Supercopa da Turquia em 2007.

Desde 2003 Lugano é convocado para a Seleção Uruguaia, onde hoje é o capitão e um dos destaques da equipe. Pela seleção, Lugano fez 34 partidas e marcou 3 gols.

Além de suas conquistas pelos clubes onde passou Lugano conquistou 7 prêmios individuais:

  • Bola de Prata: 2004 e 2005
  • Seleção do Camp. Paulista: 2005 e 2006
  • Seleção da Copa Libertadores: 2005 e 2006
  • Seleção do Brasileirão: 2005

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Valdir Bigode – Lembra Dele??

 

Valdir e a taça do Campeonato Carioca 2004

 

Ficha Técnica

Nome: Valdir de Moraes Filho
Posição: Atacante
Data de Nascimento: 15 de Março de 1972
Naturalidade: Rio de Janeiro-RJ

 

Carreira

Vasco-RJ - 1992/1994
São Paulo-SP - 1995/1996
Benfica-POR - 1997
Atlético - 1997/1999
Botafogo-RJ - 1999
Santos-SP - 1999
Atlético - 2000
Vasco-RJ - 2001/2003
Al-Nasr-EAU 2003/2005
Vasco-RJ – 2007

Iniciou sua carreira ainda garoto no Campo Grande e só aos 17 anos foi para o Vasco da Gama. Conquistou vários títulos pelo clube carioca seguindo, mais tarde, para o São Paulo. Logo depois, foi negociado ao Benfica, de Portugal. Chegou ao Atlético em 1997. Em 99 passou por Santos e Botafogo, em 2000 voltou ao Atlético-MG, foi para o Vasco em 2001, de onde saiu em 2003 para o Al-Nasr dos Emirados Arabes Unidos e veio se aposentar no Vasco em 2007.Valdir é ídolo no Atlético-MG e no Vasco por suas passagens por lá.

Atualmente, Valdir leva o futebol para a juventude, está construindo em Campo Grande-MS o Centro de Futebol Valdir Bigode e em algum tempo deve estar pronto para receber os atletas. 

Valdir em Campo Grande no Centro de Futebol Valdir Bigode

sexta-feira, 20 de março de 2009

Pedro Ken 22 anos!


Pedro Ken Morimoto Moreira (Curitiba, 20 de março de 1987) é um futebolista brasileiro que atua pelo Coritiba Foot Ball Club.
Pedro Ken é umas das promessas do Coritiba, iniciou sua carreira como profissional em 2006 no próprio Coritiba. Em 2007, foi um dos responsáveis pela conquista do Campeonato Brasileiro Série B. No Ano de 2008 teve uma boa participação no Campeonato Paranaense, mas sofreu uma lesão e não pôde participar do brasileiro.
Em 2009, Pedro Ken está de volta aos gramados para participar do Campeonato Paranaense e do Campeonato Brasileiro.




Títulos
Campeonato Paranaense: 2008
Campeonato Brasileiro de Futebol de 2007 - Série B

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Juninho Paulista - 36 anos

Osvaldo Giroldo Júnior, mais conhecido como Juninho ou Juninho Paulista (São Paulo, 22 de fevereiro de 1973), é um futebolista brasileiro, ex-São Paulo, Vasco, Flamengo e Palmeiras.
Meia habilidoso, Juninho integrou a Seleção Brasileira de 2002, pentacampeã mundial na Copa da Coréia-Japão.
Em 2008, segundo o jornal inglês "The Sun", Juninho foi considerado o melhor brasileiro com passagem pelo futebol inglês. Juninho atuou pelo Middlesbrough Football Club.

Carreira
Juninho começou sua carreira no futebol paulista, atuando pelo Ituano, quando ainda era um júnior.
Todavia, após chamar a atenção de Telê Santana, o jogador passou a vestir a camisa do São Paulo, clube que o projetaria tanto para o futebol nacional, quanto para o internacional.
Combinando velocidade e habilidade, o Juninho, de início de carreira no São Paulo, fazia fila nas zagas adversárias e, desta forma, transformou-se em um verdadeiro tormento para as torcidas adversárias.
Brilhou na conquista da Supercopa da Libertadores de 1993, quando o tricolor travou um emocionante duelo contra o Flamengo na final. Esteve presente na conquista do Mundial Interclubes no final daquela gloriosa temporada do São Paulo e firmou-se como um dos principais jogadores de criação do time paulista. No ano seguinte, o São Paulo tornar-se-ia o primeiro clube na história a disputar dois torneios oficiais no mesmo dia, e Juninho foi o único jogador a participar de ambas as partidas, marcando um gol contra o Sporting Cristal no primeiro jogo, que valeu pela Copa Conmebol. Nessa partida, atuou por 32 minutos, e depois atuou mais vinte contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro.
Em 1995, vestindo a camisa da Seleção Brasileira, marcou um gol contra a Inglaterra, em uma partida amistosa realizada no famoso Estádio de Wembley. Logo em seguida, ainda naquele ano, foi contratado por um modesto clube inglês, o Middlesbrough.
Juninho ficou duas temporadas na Inglaterra e depois seguiu para o Atlético de Madrid.
Brilhando no futebol europeu, Juninho entrou, definitivamente, nos planos de Zagallo, técnico da Seleção Brasileira na época.
Participou das Olimpíadas de Atlanta, em 1996, quando o Brasil conseguiu ficar apenas com a medalha de bronze e, dois anos mais tarde, certamente, teria sido convocado para Copa do Mundo de 1998, caso não tivesse sofrido, a quatro meses do início da competição, uma fratura no osso da perna, resultado de uma violenta entrada do zagueiro Míchel Salgado.
Em 1999, após o descenso do Atlético de Madrid para a Segunda Divisão, Juninho retornou ao Middlesbrough. Porém, já no ano seguinte, foi emprestado ao Vasco da Gama.
Foi durante esta época que passou a ser chamado de Juninho Paulista, uma vez que no Vasco já havia um Juninho, que passou a ser chamado de Juninho Pernambucano. Com o clube carioca, sagrou-se campeão da Copa João Havelange e da Copa Mercosul, jogando ao lado de craques como Romário, Viola, Euller e o já mencionado Juninho Pernambucano.
O bom entrosamento de Juninho com o time do Vasco, porém, não se repetiu em sua relação com a diretoria cruz-maltina. Insatisfeito com os constantes salários não pagos pelo clube, em 2002 Juninho acabou optando por trocar o Vasco pelo Flamengo. Embora sua fase no Flamengo não tenha sido das melhores, ainda assim foi convocado pelo técnico Luís Felipe Scolari para a disputa da Copa do Mundo de 2002.
Então, após quatro longos anos de espera, Juninho teve o gostinho de participar, ao lado de Cafú, Rivaldo e Ronaldo, da conquista do quinto título mundial para o Brasil.
Logo após a Copa, retornou ao Middlesbrough e participou da conquista da Copa da Liga Inglesa em 2004, o título mais expressivo na história do clube. Deixou o Middlesbrough dois anos depois, quando foi parar no Celtic, onde teve uma passagem sem muito brilho.
Desprestigiado no futebol inglês, Juninho acabou contratado pelo Palmeiras em meados de 2005. Sua chegada ao Palmeiras coincidiu com a arrancada do time no Brasileiro, resultando na classificação da equipe para a Libertadores da América do ano seguinte. Na época, Juninho recebeu a Bola de Prata, prêmio entregue pela revista Placar.
Revigorado, Juninho permaneceu mais uma temporada no Palmeiras, clube que o acolhera em um momento de dificuldade.
No início de 2007, aos 34 anos de idade, foi anunciado seu retorno ao Flamengo. No entanto, poucos meses após sua chegada na Gávea, o experiente jogador, vendo-se relegado ao banco de reservas, tomou uma atitude inédita em sua carreira, ao se indispor com o técnico Ney Franco durante o intervalo de uma partida válida pela Libertadores da América. Dois dias mais tarde, a diretoria do clube anunciou a rescisão de seu contrato.
Em 1 de agosto de 2007, após ficar alguns meses sem clube, Juninho foi anunciado como jogador do Sydney, mas oito meses depois o clube decidiu não renovar contrato com o jogador.

Prêmios
Bola de Prata: 2000 e 2005

Artilharia
Copa Conmebol: 1994

Títulos
São Paulo
Taça Libertadores da América: 1993
Supercopa Libertadores: 1993
Mundial Interclubes: 1993
Recopa Sul-Americana: 1994
Copa Conmebol: 1994
Copa dos Clubes Brasileiros Campeões Mundiais: 1995
Vasco da Gama
Copa João Havelange: 2000
Copa Mercosul: 2000
Middlesbrough
Copa da Liga Inglesa: 2004
Flamengo
Campeonato Carioca: 2007
Seleção Brasileira
Medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta: 1996
Copa do Mundo: 2002

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Dario Pereyra - Lembra Dele??

Alfonso Darío Pereyra Bueno, mais conhecido como Darío Pereyra (Montevidéu, 20 de outubro de 1956), é um ex-futebolista uruguaio, atualmente treinador de futebol.

Iniciou sua carreira no Nacional de Montevidéu e estreou na seleção uruguaia aos 18 anos, sendo seu capitão desde os 19. Seu forte era o preparo físico, mas tinha técnica apurada e garra ímpar. Já tinha 14 gols em 34 jogos pela seleção quando, depois de negociações que se arrastaram por um ano e meio, Darío finalmente foi anunciado como jogador são-paulino, em 17 de outubro de 1977, no que foi à época a segunda contratação mais cara da história do futebol brasileiro, a 5 milhões de cruzeiros. Nesse dia, ele desembarcou no Aeroporto de Congonhas vestindo a camisa do São Paulo e foi recebido com muita festa pela torcida. Ele ainda não poderia estrear, pois não jogava desde julho e não estava com a documentação completa. Até ele finalmente estrear, em dezembro, uma oferta do Real Madrid quase pôs tudo a perder, mas o jogador não tinha interesse em jogar na Espanha.

Sua estréia deu-se em 11 de dezembro, contra o Internacional, em Porto Alegre, vitória por 4x1: ele entrou no segundo tempo, com o placar já decidido, no lugar de Zequinha. O uruguaio deixou uma impressão excelente, não só pela sua atuação dentro de campo, mas também pelo seu comportamento no primeiro tempo, quando ainda estava no banco de reservas. Quando Teodoro abriu o placar, tanto o árbitro como o bandeirinha demoraram para apitar o gol, o que gerou uma breve tensão no banco são-paulino, quebrada rapidamente pelos berros de Darío: "Fue gol! Qué pasa? Nadie grita gol aquí? Fue gol! Goooool!"[9]
Seu começo no São Paulo foi como meia armador e, ocasionalmente, volante.[10] Não deu muito certo, embora fossem as posições em que ele jogava no Uruguai, porque ele também teve uma série de contusões nos primeiros anos em São Paulo, incluindo em cinco partes diferentes do corpo em seu primeiro ano.[11] "Contusão em cima de contusão", reclamou ele à revista Placar, "azar atrás de azar. Uma coisa inexplicável, incrível!"[12] A torcida foi paciente, por ter visto história parecida sete anos antes, com Pedro Rocha.[13] "Foi muita mudança: troquei de país, cidade, clube e posição", lembraria ele, em 1988. "Mas ninguém é crucificado no São Paulo."[14]
Durante o Campeonato Paulista de 1980, em 16 de julho, o técnico Carlos Alberto Silva resolveu improvisá-lo na quarta-zaga para um jogo contra a Ponte Preta. A experiência deu certo, lá ele se firmou[15] e o São Paulo conquistou um título que não via havia cinco anos. Pouco depois do campeonato, sempre que alguém perguntava a Carlos Alberto Silva o que ele achava de colocar Darío no meio-campo, a resposta do técnico era a mesma: "Eu por acaso sou louco?"[16] Antes disso, tinha jogado pouco na zaga, incluindo meio tempo como zagueiro central pela seleção uruguaia e nos juvenis do Nacional.[17] Em 1981, ganhou a Bola de Prata da Revista Placar em sua posição no Campeonato Brasileiro (o que se repetiria em 1983 e 1986) e foi um dos principais jogadores na campanha do bicampeonato paulista, sendo inclusive carregado pela torcida após a final.[18]
Embora desde essa época já fosse considerado o jogador mais importante do São Paulo[19], sua modéstia fazia qualquer elogio parecer um exagero. "Um zagueiro é bom quando consegue diminuir o campo de jogo do adversário de acordo com suas necessidades", contou ele a Placar em abril de 1981. "Mas não sei se consigo tudo isso. Eu apenas jogo, usando minha intuição."[20]
Ao longo de seus onze anos no Morumbi, formou uma dupla de zaga com Oscar que freqüentemente é lembrada como uma das melhores da história do São Paulo.[21] Disputou um total de 451 partidas pelo São Paulo, marcando 38 gols[22], e, após o Campeonato Paulista de 1988, foi para o Flamengo, que defendeu por 12 jogos no Campeonato Brasileiro de 1988.[23] De lá, foi para o Palmeiras, no começo de 1989. Já aos 32 anos, não demonstrou o mesmo vigor físico de outros tempos e ficou no banco no Campeonato Brasileiro, depois de ter sido titular durante quase todo o Campeonato Paulista.[24] No ano seguinte, transferiu-se para o Gamba Osaka, do Japão, à época chamado de Matsushita Eletronic, onde encerraria a carreira dois anos depois.
Darío esteve em uma Copa do Mundo pelo Uruguai, em 1986, no México.

Darío era auxiliar técnico no São Paulo quando assumiu interinamente a vaga de técnico até então ocupada por Muricy Ramalho, em 1997. Sob seu comando, o time começou a reagir depois de uma campanha mediana no Campeonato Paulista[26], mas acabou apenas com o vice-campeonato e o 13.º lugar no Campeonato Brasileiro. Com o fraco início no Torneio Rio-São Paulo de 1998, não resistiu e foi substituído por Nelsinho Baptista.[27] depois da derrota para o Fluminense, em 11 de fevereiro.
Em 3 de outubro do mesmo ano, estreou no comando do Coritiba, sendo o quinto treinador a comandar o time na temporada.[28] Na capital paranaense, conseguiu boa campanha, com seis vitórias e cinco empates em 13 jogos[29] depois de substituir Valdir Espinosa, mas saiu ao fim do Campeonato Brasileiro para assumir o Atlético-MG, onde se sagrou campeão mineiro em 1999[30] com uma arrancada espetacular.[31] No Campeonato Brasileiro, o Atlético chegaria claudicantemente à fase de mata-matas e terminaria como vice-campeão, mas Darío foi demitido na penúltima rodada da primeira fase, depois de uma derrota para o Guarani por 4x0.[32]
Curiosamente, o time de Campinas seria o próximo destino de Darío: o Guarani contratou-o como técnico para a Copa João Havelange, em 2000.[33] Mas ele não chegaria ao final da competição, sendo substituído por Carlos Alberto Silva. Para a temporada seguinte, foi contratado para dirigir o Corinthians, mas não durou mais que seis partidas. Com o mau início tanto no Rio-São Paulo (uma vitória, um empate e uma derrota) como no Campeonato Paulista (um empate e duas derrotas)[34], foi substituído por Vanderlei Luxemburgo. A má campanha no Paulistão duraria mais quatro rodadas (uma vitória, dois empates e quatro derrotas)[35], mas o time arrancaria a partir dali para o título, enquanto Darío teria de esperar quase dois anos para voltar ao comando de um time.
No começo de 2003, foi contratado pelo Paysandu para substituir Hélio dos Anjos, que preferiu comandar o Sport, uma decisão surpreendente, considerando-se que o time pernambucano iria disputar a Série B no segundo semestre, enquanto os paraenses teriam pela frente a Libertadores e a Série A.[36] Melhor para o uruguaio: sob seu comando, o Paysandu, em sua primeira participação no torneio continental, liderou seu grupo de forma invicta na primeira fase[37] e conseguiu a histórica vitória sobre o Boca Juniors no estádio La Bombonera, em Buenos Aires, no dia 24 de abril. Os argentinos acabariam por eliminar o Paysandu no jogo de volta, mas a vitória no jogo de ida é considerada um feito histórico, porque apenas o Santos, em 1962, e o Cruzeiro, em 1994, venceram o Boca em seu estádio.[38] A lua-de-mel com o time, entretanto, não duraria muito, e ele seria demitido um mês depois, após a derrota em casa por 3x1 para o Coritiba, em 25 de maio.[39]
Em 15 de junho, assumiu o Grêmio[40], que tinha acabado de demitir o técnico Tite, mas, com dois titulares suspensos, três contundidos e outros três vendidos para o Exterior, o time ficou em frangalhos, e Darío conseguiu apenas uma vitória e dois empates em oito jogos[41], sendo então substituído por Nestor Simionato depois da derrota para o Vasco, em 20 de julho.[42] Seu último trabalho como técnico foi na Portuguesa, que o contratou no começo da temporada de 2004[43], mas, para a Série B daquele ano, já tinha sido substituído.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Ademir da Guia - Lembra Dele?




Ademir da Guia, maior ídolo da história do Palmeiras (SP), nascido no dia 3 de abril de 1942, no Rio de Janeiro (RJ), casado, mora no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo (SP), e foi eleito vereador da capital paulista em 2004. Trocou de partida (PC do B por PR), tentou a reeleição em 2008, mas não conseguiu. Obteve "apenas" 17.009 votos. Quatro anos antes, foi lembrado por 27.541 eleitores.Filho de Domingos da Guia, grande zagueiro do Bangu (RJ), do Vasco (RJ), Peñarol (Uruguai), Boca Juniors (Argentina) e Corinthians, Ademir foi um dos mais geniais meios-campistas do futebol brasileiro em todos os tempos.Assim como o pai, ele começou a carreira no Bangu e foi contratado pelo Palmeiras em 1961. Herdou o apelido do pai, "Divino", e brilhou no Parque Antártica até 1977, quando encerrou a carreira.No entanto, o jogo de despedida de Ademir da Guia aconteceu somente no dia 22 de janeiro de 1984, em festa organizada por César e Luis Pereira, dos companheiros da segunda versão da Academia palmeirense.Os principais títulos conquistados por Ademir foram os seguintes: Paulistas de 63, 66, 72, 74 e 76; Brasileiros de 72 e 73; Robertão, em 67 e 69; Troféu Ramón de Carranza, em 69 e 74; Rio-São Paulo, em 65; Taça Brasil, em 67; Mar del Plata, Laudo Natal e Cidade de Zaragoza, os três em 1972; Torneio IV Centenário do Rio, em 1965. Em 2001, Ademir da Guia recebeu homenagem através de um livro: "Divino: Vida e a arte de Ademir da Guia", de Kléber Mazziero de Souza.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Lembra Dele?? Fonseca, ex-SPFC

Hoje o Maníacos do Futebol inicia uma nova série aqui, o "Lembra Dele??". Nesta série recordaremos alguns jogadores do passado, não só jogadores mas também treinadores e pessoas ligadas ao meio esportivo. A série será publicada diariamente começando hoje.




Esta ficha foi retirada do pôster de campeão do São Paulo, referente ao Campeonato Paulista de 1987 onde o São Paulo foi campeão.

Antônio João da Fonseca
Antônio João da Fonseca, mais conhecido como Fonseca (Taguaí, 11 de abril de 1966).
Fonseca iniciou a carreira no XV de Jaú, onde atuou como lateral. Em 1984, transferiu-se para o São Paulo, onde passou a atuar como zagueiro.
Teve importante papel na conquista do título do Campeonato Brasileiro de 1986 pelo São Paulo, quando converteu um dos pênaltis da final do campeonato. Na ocasião, o São Paulo venceu o Guarani nas cobranças de penalidade por 4 a 3, após a partida terminar empatada em um tento no tempo normal, e em dois tentos na prorrogação.
Fonseca ainda atuou em equipes do interior paulista, como a Ferroviária de Araraquara.

Títulos
São Paulo
Campeonato Brasileiro: 1986.
Campeonato Paulista: 2 vezes (1985 e 1987).
Torneio Luis Henrique Rosas (SC): 1985.

Hoje Fonseca trabalha em Taguaí-SP, cidade natal, onde é treinador das categorias de base da cidade.





Abaixo segue os gols das finais do Brasileiro-86 título mais importante de Fonseca:

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